domingo, 29 de maio de 2011


Ser diferente é bem mais divertido do que ser comparado a alguém.
Não é drama, é dor. Não é ciúme, é medo. Não são palavras, são sentimentos.

Se o tempo voltasse...


A única vontade que eu tenho nesse momento é de ficar sozinha, e chorar. Pensar no que eu fiz, no quanto eu sofri por gostar de alguém e saber que nunca mais esse alguém será meu. É triste você olhar e vê-lo com outra pessoa, e imaginar que poderia ser você no lugar dela. Mas por um lado eu vejo, o quanto eu fui cruel com essa pessoa, e talvez eu possa está pagando por isso. É.. só pode ser isso!
Queria ao menos, revê-lo e olhar dentro dos teus olhos e dizer o quanto eu o amo, e abraçá-lo forte pra nunca mais soltar... Mas vejo que isso será impossível, pelo menos enquanto a coragem não surgir em mim eu ficarei aqui, esperando a dor passar, ou minizar. Mas de uma coisa eu tenho certeza, jamais esquecerei os momentos lindos que vivi com essa pessoa!

Uma palavra define...

Vício!

Crepúsculo - Amanhecer [...]


'' - Não tenho medo - murmurei.
- Nós pertencemos um ao outro.

De repente fui dominada pela verdade de minhas palavras.

Aquele momento era tão perfeito, tão certo, que não havia dúvida.

Seus braços me envolveram, apertando-me contra ele (...)
Eu tinha a sensação de que cada terminação do meu corpo era um fio desencapado.

- Para sempre - Concordou ele. ''

Minha auditoria.

As vezes eu me pergunto se estou fazendo a coisa certa, ou talvez eu me implique com o que as pessoas fazem, achando talvez que elas estão erradas. Mas ai eu percebo que o erro foi meu, e de uma maneira ou outra eu tento concertá-lo, mais é tarde demais! Ah quem diga que quando o erro já foi feito, não tem como voltar atrás e, é bem assim que eu me sinto quando erro. Diz o ditado: Quem erra sempre tem uma segunda chance. Mas eu já me acostumei com as chances que a vida me dá, e faço delas minha segurança talvez. Porque eu me acomodo em coisas fúteis, e parando pra pensar eu não precisei, não preciso e nem precisarei dela. Eu me apego dificilmente a pessoas, será porque sou fria? Não. Porque eu já sofri por amor,e não estou nem um pouco afim de sofrer novamente. Mas tá aí, se vivemos é pra sofrer, amar, perdoar, errar... E eu estou aqui pra aprender tudo isso!

Ausência de culpa.


Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso.